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Brasil África – como se o mar fosse mentira

Coletânea com textos de poetas, diplomatas, músicos, educadores, sociólogos e antropólogos que buscam ampliar as discussões relativas às intricadas e multifárias relações que ligam Brasil e África. A edição que a Editora Unesp apresenta ao leitor brasileiro é resultado de uma parceria com a Editora Chá de Caxinde, de Angola, que, por si só, já confirma a natureza deste projeto em participar dos esforços de aproximação entre Brasil e África.
Brasil África – como se o mar fosse mentira está dividido em três partes. A primeira parte trás “a música da memória” do poeta e diplomata Alberto da Costa e Silva recordando impressões afetivas de Lagos e um texto de Martinho da Vila, apontando a remota memória africana na música popular. A segunda parte, que enfeixa o grosso das colaborações, é dedicada ao diálogo ensaístico que procura estabelecer as pontes reflexivas entre os imaginários e os dramas que aproximam África e Brasil. A terceira parte da obra, apresenta alguns poetas que tematizam referências africanas de sua formação sem perder de vista uma sensibilidade nova e a consciência de linguagem. Edimilson de Almeida Pereira e Conceição Evaristo, entre outros, integram a breve antologia. Participo da obra com alguns poemas que as organizadoras selecionaram do meu livro Confissões Aplicadas (2004).
Brasil África – como se o mar fosse mentira Co-edição Editora Unesp (São Paulo) e Chá de Caxinde (Angola) Rita Chaves, Carmen Secco e Tania Macêdo (organizadoras) 453 páginas R$ 55,00
Escrito por ronald augusto às 16h47
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