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Biblioteca da poesia de agora-agora. Livros com altos e baixos. Mas bons. Os poetas se inclinam sobre o mundo como se eviscerassem um livro mudo. O real é vertido segundo o dicionário dos seus poemas. As coisas, as palavras-coisa, as cidades, o amor "e na sua ausência o amor", seus poetas prediletos, enfim, tudo é lavado de seus significados convencionais nessa outra água léxica dos seus-alheios poemas. A água que esmalta o carrinho de mão do poeta William Carlos Williams.
Escrito por ronald augusto às 16h21
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