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O arco-íris albino

      um vício diacrônico, além de messiânico, serve de nutrimento a uma vanguarda que busca conquistar territórios, acúmulo de feitos num “ensaio de totalizações”. movimento que visa uma “etapa final” ou um éden. vanguarda que se apresenta como “ponto de otimização da história”. devir utópico calcado sobre linearidade progressiva, causal. um dogma: a vanguarda não corre o risco de infectar-se com o vírus do retrocesso.

     

não existe progresso. o limbo experimentado, por exemplo, pela poesia de jorge de lima (que considero um fato lamentável), pode ser revogado a qualquer momento. outros aguardam o retorno triunfal de cassiano ricardo (incluam-me fora dessa). e se isso vier a acontecer, não significará, necessariamente, involução. a poesia é uma rede de conotações e o leitor-poeta se comporta como o administrador das intraduzibilidades e das eventuais reabilitações inerentes à tarefa da leitura criativa.

 



Escrito por ronald augusto às 23h51
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