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vivas e vaias ao algaravária

A poesia se esgotou como gênero literário? Se não, que caminhos podem evitar um futuro esgotamento? 
 
Se eu soubesse como identificar os sinais de um tal esgotamento a rondar a arte da poesia, eu não os revelaria. Injetaria o contraveneno só na minha poesia. Você pensa que é mole ser um novo Homero?  
 
Há obras meramente comerciais de poesia? O que pensa delas?
 
Alguém já disse que a expressão “poesia formalista” é uma redundância, pois poesia é forma, mesmo. Então, “poesia comercial” para mim, é uma contradição entre termos. Tem poesia ruim, isto é uma coisa. Mas, se é comercial, não é poesia. Portanto, a indignação de Augusto de Campos dizendo, num seu poema, que não se vende, tem algo de moralismo teatral. Faltou aprender a lição de Pessoa/Ricardo Reis: “Cala e finge./ Mas finge sem fingimento”.
 


Escrito por ronald augusto às 18h33
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dias de negro nietzsche em salinas

a desmesura de frederico nietzsche. ecce homo, um livro fora da medida. o filósofo crítico da dacadência faz a autopropaganda da sua vida-obra de uma maneira algo tresloucada, um estilo-insulto logopaico em busca de um leitor tão bárbaro e perturbador quanto ele. a cada página mais o identifico a vincent van gogh. a hiperestesia na hiperfilosofia. filósofo-filólogo. “a mão que hesita e prende”. sua misoginia im-pertinente parece genial e cruelmente feminina. penso também - e não estou de brincadeira - na música do tim maia racional. um disco “fora do lugar”. mas, aqui, a expressão não objeta a inigualável criação do “síndico”. um disco-risco raro, condenado à extinção e sempiterno, porque não pode ser repetido, isto é, só artistas medíocres tentarão emulá-lo (agora: em cd pirateado, baixado da rede e o escambau). mas o tim maia racional é um misto tropicalista de idealismo e zaratustra anticristo. uma obra de arte, como qualquer outra, contraditória, multifária, que rompe linhas de fronteira. e como diria, quem sabe, nietzsche: obra para estômagos sadios.



Escrito por ronald augusto às 18h24
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