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Quel di portogallo

onde dante no canto XIX, paradiso, v. 139, não perdoa d. dinis, trovador/lavrador avaro e mercante, arrolando-o entre aqueles regentes que cometeram flagício. o porvir os há de citar por tal “arte”. d. dinis o rei-poeta que “ordenou o plantio do pinhal de leiria, origem das futuras naves portuguesas (...)” (murilo mendes). vem desde aí o império ultramarino, o brasil e o epos negro através de maroceano e terras estrangeiras. um poeta no governo, no palácio do poder. “descendemos deste pinhal”, conclui murilo. diz o poeta trovador d. dinis: ai flores, ai flores do verde pino/ se sabedes novas do meu amigo?/ ai deus, e u é?// ai flores, ai flores do verde ramo/ se sabedes novas do meu amado? ai deus, e u é?

 



Escrito por ronald augusto às 00h13
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mais cruz



Escrito por ronald augusto às 12h52
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biografetos

amaralina, a menina depois dos meninos elomar e akan. faço, aqui, as vezes da rosa, a mãe.



Escrito por ronald augusto às 12h43
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