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umas coisas
o realidade não é algo apreensível, capturável; não parece um bloco monolítico. o real se assemelha a algo em construção, em processo, um campo de possibilidades e sempre mediado por signos.
o real se desdobra como um tecido, uma malha de símbolos -os domínios antropológicos. textura, texto. supondo que isso signifique alguma coisa, a realidade, então, precisa ser lida, decodificada, isto é, o real faz sentido apenas quando o moldamos como interpretação. portanto, o entorno estimulante da realidade é produto de um (ou mais) pontos de vista. pressupõe o concurso das subjetividades, “a contribuição milionária de todos os erros”, diria o oswald antropofágico.
Escrito por ronald augusto às 00h19
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